CAPÍTULO VINTE E SEIS Dierdre apressou a forja com os outros quando as cornetas de guerra soaram. Elas ecoaram pelas ruas de Ur, uma e outra vez, cada sopro causando-lhe um arrepio na espinha. Eram cornetas de aviso, cornetas de perigo, cornetas que ela já não ouvia desde criança, desde que Ur tinha sido invadida pela Pandesia. Eram cornetas que só poderiam significar uma coisa: tinha chegado um navio de guerra Pandesiano. O coração de Dierdre acelerou enquanto ela corria lá para fora, seguida pelas suas miúdas. Os rapazes e os homens da forja deixaram cair as armas que estavam fazer e correram para as ruas apinhadas. Ela era empurrada pelo aglomerado de gente à medida que as ruas enchiam, com a multidão a dirigir-se me bando para os canais, ansiosa por ver. Dierdre abriu caminho para a

