Cassandra O meu corpo pede um descanso e por isso me recuso a acordar. No entanto, permito-me sorrir sem abrir os olhos ao sentir o percurso de beijos na minha pele. Os seus dedos percorrem as minhas pernas, chegam à parte interna das minhas coxas e, finalmente, se infiltram entre as minhas calcinhas. O primeiro gemido da manhã ressoa no quarto, obrigando-me a espreguiçar. — Bom dia, querida. Os seus lábios chegam aos meus para depois deixá-los ali por um longo período de tempo. — Bom dia, esposo. Respondo quando ele finalmente se afasta numa tentativa de recuperar o fôlego. — Sabe que dia é hoje? — Uhmm. Balbuciei fingindo meditar, enquanto tentava reprimir um gemido ao sentir a sua masculinidade roçar a minha pélvis. — O dia do batismo do nosso filho? Repentinamente, fiquei presa

