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Analia narrando Acordei no meio da noite com uma sensação estranha na barriga. Não era dor, mas um desconforto que parecia pulsar de dentro para fora, como se algo estivesse... se preparando. — Krampus? — Minha voz saiu trêmula, baixa, mas o suficiente para acordá-lo. Ele abriu os olhos rapidamente, sempre alerta, e acendeu a luz do abajur ao nosso lado. O brilho suave iluminou seu rosto preocupado. — Krampus, tem algo errado. — Sussurrei, com o coração disparado. Ele se aproximou de mim, a mão quente pousando em minha barriga . Seus olhos, prateados e intensos, me analisaram com atenção, mas logo relaxaram. — Não tem nada errado, minha pequena alce. — A voz dele soou calma e reconfortante. — Nosso bebê está chegando. Senti um frio percorrer minha espinha. — Devemos ir ao hospital?

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