Anália Eu acordei dolorida, cada músculo do meu corpo parecia protestar contra o menor movimento. Olhei em volta e vi Krampus sentado na poltrona, segurando um copo com algo que eu não conseguia identificar. Ele parecia calmo, mas seus olhos me observavam com uma intensidade que fez meu coração acelerar. Assim que percebeu que eu estava acordada, ele se levantou, imponente como sempre. — Estava esperando você acordar. — Ele disse, sua voz baixa, mas carregada de desejo. — Quero você. Já bateram na porta, mas não vou sair daqui até ter você mais uma vez. Eu me encolhi na cama, puxando o lençol sobre meu corpo como uma barreira inútil. — Krampus, por favor, não... Não quero. Ele inclinou a cabeça, como se estivesse tentando entender minhas palavras. — Analia, você não estava com medo ant

