Hás A adrenalina corria em minhas veias enquanto dirigíamos em direção ao galpão. Cada segundo parecia uma eternidade, e a incerteza me deixava inquieto. Estava decidido a trazer minha filha de volta a qualquer custo. O Rei não sabia com quem estava lidando, e estava prestes a descobrir que eu não brincava quando se tratava da proteção da minha família. Jordão, meu sogro, estava ao meu lado, os olhos fixos na estrada. "Você acha que ela está bem?" ele perguntou, sua voz tensa. "Eu não sei", respondi, sentindo a pressão se acumular no peito. "Mas não vamos descansar até encontrá-la." Quando chegamos ao galpão, a escuridão parecia engolir tudo ao nosso redor. Os homens que me acompanhavam eram experientes, e logo se posicionaram ao redor do prédio. O plano era simples: entrar, encontrar

