Por Drake. A noite, a noite era seu abrigo, seu espaço. Drake sentia-se parte daquela escuridão que parecia consumir cada pedacinho do horizonte. E no céu escuro, tudo o que podia ver eram as estrelas, pequenas, grandes, singulares, únicas e perdidas em meio ao enorme céu n***o. A Lua oferecia o pouco de claridade que parecia ser o suficiente para guiar o caminho e sem saber exatamente para onde ir, Drake apenas seguiu em frente. A mata era possivelmente um lugar extraordinário, e a noite os animais pareciam andar pela retaguarda, mas tão pouco escapavam dos olhos atentos de Drake. Era uma sensação estranha estar num lugar tão estimulante e ao mesmo tempo tão frio e sem graça, seria muito pedir para sentir o cheiro da terra umedecida ao serenar? Drake parou em seu caminho, fechou os o

