Helena abriu os olhos com dificuldade, estranhamente sentia sua cabeça latejar e tudo o que pode ver foi um teto de madeira m*l iluminado, mesmo sem levantar apalpou com as palmas das mãos o lugar onde estava, sentiu a maciez dos lençóis e a textura fina e delicada do tecido, ela nunca estivera numa cama tão macia como essa, sentia os tecidos abraçarem seu corpo num toque envolvente, que quase esqueceu o lugar e a situação em que estava. - Me desculpe, não era para ser tão forte. Apenas, porque você veio até aqui? Helena ouviu aquela voz novamente e as borboletas em seu estomago surgiram de maneira involuntária, ela não quis se mover, recuperando a consciência de si sentia seu corpo doer da cabeça aos pés. - Sei que está acordada, como se chama? - Helena, me chamo Helena. - Bem He

