Por Catarina: O porão não parecia tão r**m, talvez ela já estivesse tão habituada com o m*l cheiro que foi incapaz de perceber qualquer mudança na atmosfera, ou talvez fosse porque Catarina estava anestesiada, ela não sentia, não pensava, reduziu o final da sua vida a mera existência. Parece triste terminar dessa forma, mas era como uma proteção para seu próprio consciente, ela não queria parar e pensar no que estava prestes a acontecer então só deixava as coisas simplesmente acontecerem, e ela acompanhava e tentava seguir o ritmo. As paredes eram ainda mais úmidas do que na parte superior da cabana, a luz natural não entrava e a impressão era de que esta não seria bem vinda, havia pouca ou quase nenhuma mobília, um pequeno castiçal, uma estante com algumas pedras ou objetos que não ser

