Era noite, madrugada, e Baltazar a havia levado para lá porque queria tê-la sob as estrelas, longe de qualquer olhar, onde só o céu pudesse testemunhar. Paula estava montada sobre ele, o vestido subindo lentamente a cada movimento, enquanto a luz suave da lua refletia na água do rio próximo. Ele segurava firme na cintura dela, os dedos espalhados pela pele quente que sentia sob o tecido fino. O som da água ao fundo parecia desaparecer, deixando apenas o ritmo dos dois preenchendo o ar. — Você é minha chama, Paula — murmurou Baltazar, os olhos fixos nela, ardendo de desejo. — Sempre tão quente, tão perfeita... Ela rebolava sobre ele, provocando, explorando, enquanto ele gemia baixo, as mãos apertando mais forte sua cintura. Cada movimento parecia incendiar o corpo dele ainda mais, e Paula

