GIULIA'S POINT OF VIEW Peguei a avenida quase quinze minutos depois, ouvindo meu celular vibrando no banco, mas não me preocupei. Provavelmente seria as meninas me atualizando sobre sobre situação na casa e eu não podia me dar o luxo de responder mensagens enquanto dirigia. Um bom tempo depois e finalmente estacionei em frente ao bar à beira de estrada que eu conhecia muito bem. Havia alguns carros estacionados, o que sempre me surpreendia e eu logo tratei de fazer o mesmo. Antes de descer, hesitei em buscar meu telefone, mas no fim o larguei em cima do banco, puxando apenas minha bolsa. Desci, seguindo um frio tomando meu estômago por estar pisando aqui pela primeira vez em anos e finalmente empurrei a porta de madeira velha. As atenções se voltaram para mim, no mesmo instante. Ignor

