ALESSIO's POINT OF VIEW Eu ainda apertava firmemente o volante com as pontas do dedo quando me distanciei do clube de Éder e dirigi sem rumo por aí. A necessidade de pegar algo, esmagar, apertar, destruir, não tinha cessado nem um pouco, como se jamais fosse saciada de verdade. Sabia que tinha voltar para casa. O sol tinha raiado há bons minutos, mas o fato de Angela não ter me ligado para falar sobre Elena me deixava seguro de que ela ainda estava dormindo. Quando menos percebi, estava estacionando na garagem do meu apartamento. O mesmo que estive com Giulia dias atrás. Agradeci que ninguém estivesse acordado para ver como eu estava e tudo que pude fazer foi relaxar contra as paredes de metais do elevador até estar dentro da cobertura. Agi no modo automático quando entrei no banheiro

