CAPITULO 04

3866 Palavras
AMÉLIA ANDREWS  Sentia a respiração dele nos meus cabelos e começo a passar a mão delicadamente pelo seu tórax encostando a minha bochecha no seu peito, olhei seu rosto que parecia distraído, estávamos na cama dele do jeito que viemos ao mundo, apenas nos cobrindo com um lençol n***o.   — Essa massagem foi muito melhor do que fazer em um SPA — Digo e ele da uma risada mas ainda parecia tenso, levantei encostando o queixo olhando para ele.   — John aconteceu algo? — Pergunto e o mesmo suspira se virando ficando cara a cara comigo olhando-me.   — Meu pai ligou para mim, avisando que vai conversar com minha mãe e Pitter sobre o que aconteceu — Comentou sério e encolho os ombros, parecia que seria uma conversa complicada.   — Parece que não vai ser uma conversa tranquila.   — Preferia evitar isso, para eles não terem que passar por lembranças ruins — Sussurra e olho para ele acariciando seu rosto.   — Não duvido que eles queiram passar por esse momento, pois, é isso que significa família... passar juntos pelos momentos bons e ruins da vida — Digo e ele olha para mim intensamente, sorria torto agarrando na minha cintura.   — Obrigada por você existir na minha vida, quando eu teria uma conversa assim na minha vida — Falou passando a mão nos meus cabelos.   — O que quero fazer é ouvir você, te dar meu carinho e amor, sempre que precisar você terá a mim — Falei abraçando minhas pernas na sua cintura.   — Não agradeça eu que tenho que fazer isso por ter conhecido você — Disse e John sorriu. — Acho que precisamos dar um ótimo presente a Rossi por ter a levado para a festa de galã dos Nichols — Falou e sorrimos nós agarrando enquanto cheirava seu pescoço.  — Preciso agradece por ter conseguido me forçar para ir a festa, assim conheci o homem mais lindo e intrigante que conseguiu entrar no meu coração.                                                                                         (***)  Estava atrás dele e olhava suas costas largas e musculosas, as gotas de águas caindo do chuveiro, não contive a vontade e peguei a esponja com espuma passando minhas mãos nas costas, ele virou o rosto para olhar para mim e vi seu sorriso presunçoso, continuei minha investigação pelo seu corpo sorrindo maravilhada e fui pega de repente pelos seus braços, arfei surpresa dando risada.  — Agora é minha vez de explorar seu corpo — Fala sorrindo malicioso e começamos uma longa jornada de muito amor e sexo no banheiro. Tentava secar-me mas era impossível com John dando beijos no meu pescoço.  — John, preciso me vestir — Digo olhando para ele já vestido, calça jeans clara, tênis preto e blusa branca com uma janela n***a por cima. Mas antes escolher ele passou na minha frente separando uma calça jeans azul clara, tênis preto, blusa azul e jaqueta. Observei sorrindo, ele estava muito animado para sairmos em uma sábado ensolarado pelas ruas de Nova York sem um destino certo, algo que para ele era algo nunca feito.  — Prefiro você nua, mas precisamos toma o café da manhã — Falou passando as roupas com langerie branca para mim. Olhei as roupas muito parecidas com as deles e sorri revirando os olhos achando engraçado.  — Quase estamos vestindo iguais só faltou ser da mesma cor — Digo irônica e ele sorri sedutor. Vesti o que ele escolheu, sentando na cama colocando o tênis e John sumiu no closet, levantei e ele veio sorrindo indo para trás de mim fazendo meu cabelo num r**o de cavalo, deu a volta e colocou um bone jeans com stars na minha cabeça e segurava um para ele.  — Estamos indo disfarçados? — Pergunto sarcástica e ele sorri charmoso colocando o boné, observei e ele parecia sexy mesmo em roupas simples de dias comuns.  — Os paparazzi parece adorar você então vamos sair mais discretos — Comenta e reviro os olhos. Sabia o motivo de estarem tão interessados em mim, pois, estou namorando o homem mais desejado do mundo — Melhor nem comenta isso com ele; É bem capaz de ficar o dia inteiro convencido.  — Estão curiosos por sua causa, querem saber como consegui conquistar o homem mais inatingível do mundo dos negócios — Falei e John sorriu torto.  — Talvez, esteja certa — Disse piscando um olho e dou risada.  Saímos do quarto conversando e parei no meio da escada olhando fixadamente para ele.  — Não querido, estou quase sempre certa — Digo e John deu uma risada que me contagiou. Observo encantada, gostava de saber que posso consegui qualquer reação dele.  Desde sorrisos, risadas e nervosismo como quando briguei por causa dos seguranças, mais depois do que houve no restaurante não pude mais negar o fazendo dizer a tal frase "Eu te avisei" Detestava isso mas ele tinha avisado mesmo, tenho certeza em dizer que as vezes posso ser bem teimosa mas meu namorado consegue ser ainda mais teimoso do que a mim.  — Estava esperando você ser convencida — Falou sorrindo e desço as escadas sorrindo e pego na sua mão.  — Tenho meus momentos, mas sei que nem sempre estou certa — Falei e ele sorri m*****o.  — Verdade! Como quando recusou os seguranças — Argumentou e reviro os olhos entendida dessa papo. Entravamos na cozinha e passei dando um abraço na Senhora Nancy e cumprimentando Brown.  — Já entendi Johnny, mas ainda prefiro apenas um segurança — Comentei enquanto, sentava devorando com os olhos para as panquecas que pareciam deliciosas.  — São dois e não se discute — Argumentou sentando todo sério, ficou difícil não sorriso virei na sua direção e seguro seu rosto nervoso para dá vários beijos pelo seu rosto e vejo sua carranca desaparecendo.  — Tá legal! Senhor zangado ou seria dengoso — Sussurro sorrindo e ele tentava conter o sorriso, sem sucesso.  — Posso deixar de ser o zangado se continuar com os beijos — Comenta fazendo bico e cai na gargalhada, mas percebi que mais alguém tentava conter a risada.  — Está vendo Senhora Nancy? Como meu namorado é todo dengoso — Falei dando beijos até terminar com um selinho em seus lábios, antes dele aprofundar afasto o vendo resmungar.  — Sem resmungar amor, precisamos nos apressar — Falei voltando para meu café da manhã e ele fez o mesmo só que agora mais animado. Terminei agradecendo a Senhora Nancy, voltando para o quarto para escovar os dentes e John me acompanhou — Acaba que cada um tinha espaço suficiente, ainda mais tendo duas pias. Terminei pegando minha bolsa no closet e John veio trazendo óculos escuros.  — Agora mesmo que parecemos disfarçados — Disse colocando os óculos, ele olhou-me sorrindo largamente.  — Hum...Quem sabe — Murmura e antes de eu falar algo sou pega pela mão para irmos para a sala principal. Em pé parecendo um poste com os braços para trás, estava Brown sem expressão alguma no rosto e ao seu lado um dos seguranças que viveram atrás de mim junto com uma segurança feminina. Eles pareciam "Os homens e mulher de pretos" Sem o terno mais todo uniformizando de preto, com posse de que estivesse se preparando para ir a guerra.  — Senhor tem certeza de que não desejam um meio de transporte? — Pergunta Brown nervoso e olhei confusa mas intervenho.  — Não será preciso Brown, estávamos perto de uma das principais ruas de Nova York, caso formos para longe pegamos um táxi como qualquer pessoa — Digo e ele ergue a testa, vejo os seguranças desorientados.  — Vocês podem se achar com sorte por acompanharem, deu trabalho convencer essa Senhorita — John me agarrando pela cintura dando um beijo no meu rosto.  — Isso é verdade — Concordo e puxo John pelas mãos.  — Vamos amor, quero conhecer o máximo de lugares possíveis antes de sermos descobertos pelos paparazes — Comento e ele sorri seguindo-me.                                                                              (***) Como é boa essa sensação de ar quase puro, já que estamos na cidade onde nunca dorme, estava de mãos dadas dada com John olhando os vários prédios exuberantes, as ruas movimentadas, pessoas se movimentando com agitação, o sol batendo no meu rosto protegido pelos óculos e o boné, observei John que parecia tranquilo, jovial sem estresse, estávamos a alguns minutos andando e ele sugeriu irmos até o parque que ele levou-me na primeira vez e adorei concordando, porém Brown querendo evitar andarmos tanto mostrou um caminho mais rápido para chegar ao parque, falando nesse estava a alguns metros de nós com os dois seguranças os seguindo e apesar de não estarem de terno, eles chamavam atenção, pelo sol quente e estarem todo de preto nós seguindo estoicamente.  — Sei que seguranças são necessários, mas para facilitar que eles se misturassem poderiam se vestir normalmente, assim poderá fazer o trabalho deles e em troca não chama tanta atenção — Comento parando no sinal que estava verde. Muitas pessoas esperavam o momento para atravessarem e olhava os três de preto atrás de nós dois, John consertou o boné na cabeça olhando atrás de nós e virou abaixando a cabeça sorrindo com um dos braços nas minhas costas.  — Você está certa, mas nunca preocupei com a forma que se vestiam mas talvez você converse sobre isso com a segurança — Fala e olho para ele erguendo a sobrancelha confusa.  — Mas porque eu?  — Você quem sugeriu, além de que não ficará bem eu conversando com eles sobre a forma como se vestem — Diz e dou risada.  — Se acha isso — Falei sorrindo e ele se aproxima de mim segura meu queixo deixando um selinho nós meus lábios.  Tirou o boné da cabeça passando seus dedos no seu cabelo sedoso sorrindo sedutor, ele sabia ser sexy — Na mesma hora esqueci das pessoas a nossa volta segurando seu braço sorrindo e o puxo para um beijo e sinto flash perto de nós e Brown esbravejando, nós separamos e vejo câmeras apontadas para nós algumas pessoas olhavam desconfiadas pela confusão.  "Senhor Newton" Ouvi alguém gritando enquanto tiravam fotos virei o rosto e John colocou o boné novamente, mas que sorte estávamos quase chegando no parque e já o reconheceram, olhei vendo o sinal estava ainda vermelho, olho para John segurando sua mão sorrindo, Brown olhando o chefe e balançava a cabeça concordando, assim que deu corremos ao redor das pessoas, John agarrava minha mão com força enquanto o acompanhava até com um pouco, preciso voltar para a academia. Olhei para trás de mim e vi os três seguranças nós acompanho até bem, imagino que tenham treinamento e força para acompanhar, percebi os paparazzi vindo eufóricos atrás tirando fotos e gritando por nós dois, era até uma situação engraçada sem não fosse cansativa, mas não fiquei para trás acompanhado o ritmo de John, logo ele foi parando em frente aos portões de ferro do parque.  — Brown, peça que fechem os portões — Grita para Brown que concordar entramos parando na fonte da entrada, coloquei as mãos no joelhos respirando com dificuldade.  — Preciso voltar a fazer exercícios — Digo com dificuldade e John sorriu, sentei no banco mais afastado sendo tampado por uma árvore vendo os paparazzi parando no portão batendo fotos e gritavam.  — Senhor desculpe o inconveniente, mas teria outra forma de sairmos daqui sem ser por onde entramos? — Pergunta Brown e olhamos o portão todo bloqueando por fotógrafos. — Entendo, o parque tem duas entradas vocês podem sair pela outra e manterei os portões fechados até quanto puder — Fala o segurança do parque e tinha sua razão essa é uma área pública mais porém tinha duas regras, uma delas é não causar confusão; além de não jogar lixo no chão.  — Obrigado Senhor — John deu leve bate no ombro do segurança, afastou rapidamente e veio pegando na minha mão, acenei para o Senhor agradecendo, fomos nós afastando e dou risada.  — Foi engraçado vê a reação deles — Comento e John sorri.  — Poderíamos ter evitado se estivéssemos num meio de transporte Senhor — Fala Brown e John suspira. — O que tem de graça nisso, sem um pouco de diversão Brown — A fala dele pegou seu segurando desprevenido e meu namorado continua — Assim aqueles urubus aprende que não vamos dar nossa privacidade para eles — Concordo além de ter sido bem engraçado.  — Qual é Brown! Foi divertido, apesar de que eles reconheceram John mais rápido do que imaginava — Digo sorrindo e encosto minha cabeça no ombro dele.  Andamos e vi um portão idêntico ao outro, passamos tranquilos sem agitação mais olhava em volta sem vê nenhum paparazzi.  — Precisamos de um táxi, vamos almoçar em algum lugar — Falou John e Brown passa na frente chamando um táxi e o mesmo parou percebendo que estamos em cinco.  Olhei percebendo o desconforto dos seguranças e reviro os olhos.  — Apenas um táxi serve, vou no colo de John — Digo e vejo os olhos do meu namorado brilharem.  — Senhor podemos pedir outro táxi — Fala o segurança que descobri se chamar Túlio Works.  — Não será necessário apenas um dá — Disse e Brown deu de ombros entrando na frente e atrás veio os dois seguranças super constrangidos e eu no colo de John que aproveitava a chance para passar a mão nas minhas pernas por cima da calça jeans.  — Onde desejam ir ? — Pergunta o taxista. PITTER NEWTON     Depois de muita dificuldade o Magnata John Newton foi reconhecido por um pedestre chamando a atenção dos nossos fotógrafos que flagraram o Senhor Newton em roupas normais ao lado da Senhorita Andrews, tentaram se aproximar mas foram parados pelos seguranças e quando o sinal se fechou o que nós surpreendeu vendo o jovem casal correndo dos fotógrafos até um parque mas eles foram impedidos de entrar, mais quando conseguiram o Senhor Newton e a namorado já tinha conseguido escapar.     Mais detalhes da fuga do casal mais visto e falado nas redes de mídia aqui no New York Times... Estávamos todos em frente a televisão na casa dos meus pais, minha mãe olhava preocupada, meu pai ao seu lado olhando curioso e Emma eufórica, ergo a testa achando tudo hilário, meu irmão nunca fugiu dos paparazes antes, mais a todo custo fazia de tudo para evitar que se aproximasse sem sua autorização, agora olhando a foto parecia que queriam ser desconhecidos, andando pelas ruas de Nova York, mas o que não contavam é que as pessoas poderiam reconhece-los ainda mais na foto tirada onde se beijaram e depois meu irmão tira o boné sorrindo as pessoas os olhavam admiradas e alguns com inveja. Dou risada de uma foto dos dois de mãos dadas correndo, John demostrava não está cansado e sorria bastante, Amélia seguia seus passos mesmo parecendo cansada estava sorrindo.  — Eles tiveram uma boa corrida - Comento e minha mãe olhou brava para mim, porém seu olhar estava preocupado.  — Nunca vi seu irmão fugindo dos paparazes, ele apenas os evitava ou continuava sem muitos problemas — Falou meu pai surpreso.  — Fico preocupada, os paparazzi já causaram problemas com pessoas no passado que acabaram em acidentes — Minha mãe olhava a televisão com uma expressão séria.  — Eles estão bem mãe, olha atrás deles nessas fotos... são os seguranças — Emma fala sorrindo e sento ao lado dela.  — Confesso que estou surpresa, vejam a expressão do meu irmão — Comenta minha irmã e olhamos. Por algum motivo John parecia estar se divertido em fugir dos paparazzi que tiravam fotos sem parar — Olhava algumas vezes para trás sorrindo radiante. Parece que Amélia mudou mesmo meu irmão do meio. — Ele parece feliz mesmo estando fugindo dos fotógrafos e sorria abertamente, não lembro de te-lo visto tão sorridente desde que conheceu Amélia. Eu e meus pais nós olhamos nervosos, por algum motivo Emma não via muito esse lado do nosso irmão, tanto quanto nos vimos no passado, ele raramente sorria a não ser quando vi nossa mãe e Emma.  — Amélia mudou nosso menino para melhor — Fala minha mãe sorrindo e seus olhos brilhavam.  Talvez tenha razão, raramente conversava com meu irmão sobre mulheres. A maior parte do tempo ele que ficava ouvindo eu conversar sobre elas — Contudo, decidi ligar e meu irmão veio com o papo sobre dormi com a namorada agarrada nele, fiquei surpreso por John deixar ela fazer algo que detestava que era colocar apelido.  Para meu irmão a vontade dele era a única forma de ser aceita, mas agora ele se tornou compreensivo e faz as coisas pensando nela — Já vi e ouvi ele conversando com nosso pai sobre esse assunto. Depois de tudo que meu irmão passou, acabei acreditando que John jamais se sentiria a vontade profundamente com uma mulher, até toma um susto quando o vejo de mãos dadas com Amélia Andrews na festa de galã dos Nichols e sorria todo contente por te-la perto dele.  Meu irmão teve sorte no amor, apesar de tudo o que sofreu e fico feliz por ele, mas isso não será possível para mim novamente — Sofri por ama alguém que somente quis usar a mim e ao dinheiro da minha família, então... decidi que não preciso disso como John precisava para curar totalmente as suas cicatrizes do passado; será difícil no meu caso para acontecer, isso se algum dia acontecer de verdade. JOHN NEWTON Depois de despistar os paparazes para almoçarmos mais tranquilamente — Posso dizer que foi divertido vê o desespero dos fotógrafos correndo atrás, tudo se tornou ainda melhor quando vi o sorriso alegre de Amélia que ria da nossa corrida fugitiva por tranquilidade sem ter fotos e flash na nossa direção. Foi um dia produtivo e faria tudo novamente somente para vê a admiração de Amélia a cada lugar novo que visitava, ela fez questão de ir primeiro no parque onde tivemos um dos primeiros encontros, mas fomos reconhecido antes de chegarmos completamente, apesar de vê o cansaço no rosto dela, Amélia sorria dando risadas vendo os paparazzi sendo impedidos de entrarem.  — O dia de hoje foi maravilhoso...Johnny — Comenta Amélia agarrada no meu braço sorrindo, via seus olhos agora sem os óculos brilharem, seus cabelos impedidos pelo boné com sua forma jovial e leve.  — Com toda certeza meu anjo — Falo sorrindo e dou um selinho nela.  — Apesar dos paparazzi....  — Não John... foi divertido vê o desespero deles para nós alcançarem e acabar sendo impedidos de entrar no parque pela confusão que eles armaram — Fala Amélia e damos risadas.  Vejo Brown chamando o táxi e entramos como antes bem apertados, mas com muita sorte de ter minha namorada no meu colo encostada totalmente em mim — Nem reclamei e Brown percebeu voltando o olhar para fora da janela, o carro parou alguns quarteirões longe do edifício onde Rossi e Amélia dividem. Descemos e fomos andando na frente segurando a mão da minha namorada com a segurança atrás de nós — Entramos na recepção sendo cumprimentado pelo porteiro, passamos para dentro do elevador e antes de fechar Brown segurou para uma senhora que agradeceu devorando ele com os olhos, virei a cabeça para colocar no ombro de Amélia para evitar de dar risadas da situação e acabar aumentando o desconforto de Brown; meu anjo percebeu e sorriu de lado. Assim que a senhora parou no andar onde desceria virou piscou um olho para Brown e quando o elevador se fechou, Amélia deu uma risada suave e doce.  — Desculpe, Brown mais foi engraçado — Disse e Brown pareceu não se importar ainda mas com sua risada enchendo o ambiente, porém, olhou sério para evitar que os outros seguranças não comentam o erro de dar risada da situação.  O elevador parou no andar aonde saímos, comigo agarrado na cintura de Amélia falando do quanto foi ótimo o dia, ela pegou a chave abrindo a porta e parece que hoje é o dia de coisas diferentes acontecerem.  Veja a cena na sua mente — No sofá estava Rossi agarrada a um homem alto, musculoso e moreno, praticamente se devoravam no sofá, Amélia olhava supresa e os seguranças sem graças mas sem deixar de olharem. Brown deu uma tosse falsa e eles pararam na mesma hora olhando envergonhados, Amélia desvio o olhar dando um sorriso leve.  — Ah! Desculpa...eer nós estávamos — Começou a fala Rossi vermelha. Algo muito raro você não via a destemida Rossi envergonhada.  — Sabemos o que estavam fazendo Rossi — Falei irônico e ela corou, Amélia vem no socorro dela me repreendendo.  — Não sabia que viriam — Comenta arrumando a roupa e os seus cabelos.  — Decidi de última hora — Falou meu anjo sem graça.  — Bem... Amélia esse é o Diego — Apresenta ela levantando para puxar o rapaz para perto.  — Diego essa é minha melhor amiga Amelia — Disse e eles se cumprimentam alegres. — Então você é o tal moreno sarado que Rossi comentou — Amélia falou e olhei confuso, cruzando os braços. E algo raro acontece, Rossi sorriu toda vermelha e o cara sorriu gostando da definição sobre ele. — Sou John Newton o namorado dela — Venho todo autoritário para pegar na mão dele e aperto com força.  — Espera! John Newton você é filho de Charlie Newton, meu tio já o contratou como advogado — Comentou e o olhei impassível.  — Sim, Charlie é o meu pai...quanto aos seus negócios, não tenho conhecimento dos seus clientes.  — Meu tio falou muito dele e do seu filho prodígio, um CEO empresário — Disse calmamente e o avalio. Ele tem sua atenção totalmente em mim, como se esperasse meus comandos e não com os olhos na minha Amélia.  — Me tornei CEO com muito suor e trabalho duro — Falei neutro e Amélia sorriu segurando na minha cintura.  — Sem trabalho rapazes, vem John... vamos deixar todos a vontade — Falou Amélia sorrindo.  — Brown volte com os seguranças, ligo mais tarde para me buscar — Digo e Brown concorda. Amélia se afastou indo para o quarto buscar a chave do meu carro — Como venho bastante para o apartamento delas, acabei deixando na garagem um dos meus carros.  — Aqui está! — Fala entregando a chave.  — Obrigada senhorita Amélia, mais tarde o motorista o buscará senhor — Brown se despediu rapidamente indo embora com os seguranças.  — Bem! Não sei vocês, mais precisamos descansar, meus pés estão mortos... vamos John? — Chama Amélia oferecendo a sua mão que pego com confiança.  Despedimos deles que ainda pareciam constrangidos e deixei ser levado pela minha garota para o quarto.   — Você está mesmo cansada? — Perguntei e ela sorri sapeca.  — Tem alguma coisa em mente? — Fui andando para pegar ela pela cintura e puxo seu corpo para o meu.   — Tenho a combinação perfeita... prazer&cama&amor — Digo pausadamente de forma sensual na sua orelha.   — Gosto dessa combinação, mais tenho uma melhor que tal...Jamélia&prazer&cama&amor — Sussurrou e engoli em seco.  — Jamélia? — Perguntou confuso e ela deu risada. — É junção dos nossos nomes... — Gostei! Precisamos testar agora mesmo — Digo maliciosamente caindo na cama, enquanto, nós beijávamos com euforia.  
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