Capítulo 2

1206 Palavras
Lorenzo Ferraz Se meu pai souber que estou namorando Celina, uma moça simples de uma comunidade pobre, ele vai tentar destruir tudo o que construímos juntos. Mas eu não me importo. Ele pode até tentar controlar minha vida, mas Celina é minha, e ninguém vai tirá-la de mim. Se for preciso, enfrentarei o mundo inteiro para protegê-la. Ela não é apenas brilhante — ela é minha. Celina conquistou uma bolsa na melhor escola de Santa Catarina, mas não é só isso que me prende a ela. É o jeito como ela me faz sentir, como se eu fosse o único homem no universo. O pensamento de alguém sequer olhar para ela de forma diferente me consome. Eu não vou permitir. Ela me pertence, e eu sou dela. Não há espaço para terceiros nesse amor. Já tive meu tempo de ser o “pegador”, mas isso acabou quando Celina entrou na minha vida. Apesar de ser virgem aos 22 anos, eu não me envergonho disso. É ela quem eu quero. Sempre foi ela. E quando chegar o momento certo, será com ela. Não consigo sequer imaginar outra pessoa tocando o que é meu. O pensamento de qualquer um tentando se aproximar dela me deixa louco. Celina não é como as outras garotas que conheci. Elas se entregavam facilmente, sem profundidade, sem aquela conexão verdadeira que eu sempre procurei. Celina, por outro lado, me faz sentir coisas que nunca experimentei antes. Ela me domina de um jeito que me assusta e me fascina. Cada vez que ela sorri, sinto que meu mundo está seguro, mas ao mesmo tempo, qualquer ameaça a esse sorriso me faz querer destruir tudo ao meu redor. Ela é minha razão, minha obsessão, minha paixão mais intensa. O amor que sinto por Celina não é só sobre carinho, é sobre posse. Ela me pertence de corpo, alma e coração. E eu nunca vou deixá-la ir, nem permitir que alguém a tire de mim. Que tentem. Não importa quem seja — até meu pai — ninguém vai ficar entre nós. Nunca. Passei anos sem entender o porquê de não me sentir como os outros. Meus amigos falavam sobre desejo, sobre conquistas, sobre noites de prazer, mas nada disso parecia me atrair. Por um tempo, pensei que havia algo errado comigo, como se eu estivesse quebrado. Procurei respostas, até mesmo ajuda profissional, mas a verdade é que eu não precisava de diagnósticos. Eu precisava dela. E então, Celina apareceu. Desde o momento em que ela cruzou meu caminho, meu mundo mudou. Foi como se algo que estava adormecido dentro de mim despertasse com força total. Não era apenas desejo, era algo muito maior, algo incontrolável. Eu sabia que ela seria minha, e faria tudo para que fosse assim. Não há espaço para dúvidas ou escolhas. Celina é minha, e eu não aceito que seja de outro. Já estamos juntos há mais de um ano, e eu me controlo, porque sei que nosso momento vai chegar. Ela ainda não tem dezessete anos, mas está perto. Cada dia de espera é uma tortura, mas eu aguento, porque quando acontecer, será no meu tempo, do meu jeito, e exatamente como eu quero. Celina é minha, de corpo e alma, e ninguém vai tocar nela além de mim. Essa é a única verdade que importa. Meu pai pode ter sua visão arrogante de que tudo na vida se resume a poder e dinheiro. Ele pode tentar ditar as regras, mas quando se trata de Celina, eu não aceito interferências. Não importa o que ele diga ou faça, ela é minha prioridade. Ela é minha obsessão. O pensamento de outro homem sequer olhando para ela me deixa insano. Se alguém ousar cruzar essa linha, vai lidar comigo. Celina mudou tudo. Ela me deu um propósito, algo pelo qual lutar, proteger e reivindicar como meu. Esse amor não é só sobre emoção ou desejo, é sobre controle, sobre saber que ela pertence a mim e a mais ninguém. No final das contas, o dinheiro e o poder do meu pai não significam nada. O que importa é que, enquanto eu estiver aqui, ninguém vai tirar Celina de mim. Eu não permitirei. Ela é minha, agora e para sempre. Eu e Celina já temos o suficiente para viver bem, e eu não preciso de mais. Dinheiro, status, tudo isso é irrelevante quando comparado ao que sinto por ela. Meu pai pode insistir em arrumar meu futuro com uma mulher rica, mas para quê? Para viver preso em um casamento vazio, com alguém que nunca será como Celina? Não, isso jamais acontecerá. O que importa é o amor, e Celina é minha única escolha. Hoje é sexta-feira, e vou encontrá-la. Não há nada que eu queira mais do que segurá-la em meus braços, sentir seus lábios nos meus, protegê-la de tudo e de todos. Meu amor por ela é tão intenso que, às vezes, chega a ser sufocante. Não consigo imaginar minha vida sem Celina. Ela não é apenas minha namorada, ela é minha obsessão, minha razão de existir. Recentemente, dei a ela um anel de compromisso. Fiz questão de me ajoelhar, de tornar o momento inesquecível, de deixar claro para todos ao redor que Celina tem dono. Ela é minha, e ninguém, absolutamente ninguém, tem o direito de sequer olhar para ela de outra forma. A ideia de outros homens a desejando me deixa fora de mim. Eu confio nela, mas não confio em quem está ao nosso redor. Cada olhar, cada gesto de algum i****a tentando se aproximar é como um desafio que estou sempre pronto para enfrentar. Escolhi um anel robusto, imponente, algo que grita ao mundo que ela está comprometida. Quando ela hesitou, dizendo que deveria ser algo mais simples, meu coração quase explodiu. Não era sobre o preço. Era sobre marcar o território, mostrar que ela é minha e que ninguém mais tem o direito de tocá-la ou desejá-la. Celina é perfeita. Sua pele, seus olhos, cada curva do seu corpo foram feitos para mim. Não há nada que eu não faria por ela. E, ao mesmo tempo, cada vez que olho para ela, sinto um desejo incontrolável, algo que nunca experimentei antes. Só ela desperta isso em mim. Só ela tem esse poder. Enviei uma mensagem avisando que estou esperando no carro. Eu queria poder andar de mãos dadas com ela por aí, mostrar ao mundo que ela é minha. Mas, por enquanto, preciso ser cauteloso. Meu pai ainda tenta me pressionar a me casar com Gabrielle, como se ela pudesse ocupar o lugar de Celina. É ridículo. Gabrielle nunca foi nada além de uma irmã para mim. Não há comparação, não há competição. Meu coração já tem dona, e ele vai ter que aceitar isso, quer goste, quer não. A idade de Celina nunca foi um problema para mim. Quando nos conhecemos, eu não fazia ideia de quantos anos ela tinha. O que importa? O amor não se mede em tempo. Ela pode ser jovem, mas é minha mulher, minha escolha. Seis anos de diferença não significam nada diante do que sentimos um pelo outro. Celina é minha. Agora e para sempre. E eu vou lutar contra qualquer um que tente tirar isso de mim.
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