cap.02 talibã

1832 Palavras
talibã narrando Jovem - o certo é tu ir buscar a garota pô, tu que vai se amarrar não é eu não caralhö - ele fala todo cheio de marra, p***a nenhuma que vou buscar essa pirralha, vou e curtir com minhas putas isso sim. talibã - na moral caralhö não me estressa, se tu não me aparecer com essa pirralha hoje eu vou cortar teu salário - falo e ele ri, acha que tem palhaço nessa pörra jovem - vai corta um c a r a l h o, não vou forçar ela vir comigo não, se ela bater o pé querendo que tu busca ela eu volto e tu vai - ele fala e eu sorrio negando talibã - fica sussa que ela vai vir, a regra é clara, ela tem que ser obediente e acima da obediência pô tem que ser só minha - falo já imaginando meu p*u entrando dentro daquela b****a apertada e quente, quero fuder ela até no talo, ela vai pedir arrego. jovem - tu já imaginou se a mina fez tudo ao contrário das regras? se ela não obedecer e não for virgem tu vai fazer o que? - ele pergunta e eu levanto a sobrancelha, nunca imaginei essa situação não pô, mas se ela for isso eu nem sei como reagir, já que mata-la eu não posso, o d***o do meu pai tem que me assombrar até nisso, tomar no meio do ©u com essa p***a. talibã - aí ela vai conhecer o verdadeiro inferno - ele me encara concordando por que ele sabe que o máximo que eu posso fazer com ela é dar dez madeiradas, mas aí quem vai ter que cuidar sou eu e eu não tô com paciência de ser enfermeiro de patricinha não. Jovem - mais tarde vou colar lá pra buscar a patroa - fecho a cara mas não falo nada, apenas concordo e saio dali indo direto pra minha goma, quando chego passo direto pro meu quarto nem cumprimento a coroa, tô bolado ainda com o que o jovem falou. Sou um homem frio, comando o morro da gaiola desde meus 19 anos, meu pai morreu quando tinha 18 anos, mas deixou bem específicado para o CV, se eu não me casasse com a garota aos meus 27 anos o morro deveria ser passado para outra pessoa, e justo hoje eu tenho que buscar uma mulher que nunca vi, mas que a partir de hoje será minha mulher, espero que meu pai tenha um bom gosto, odeio me envolver com qualquer uma, sou enjoado mermo, quem vai comer sou eu tem que ser de qualidade. Tenho 1,78 de altura, varias tatuagens espalhadas pelo meu corpo, meus olhos são castanho claros como do meu pai, pelo menos alguma coisa boa eu tinha que herdar do velho, por que na moral meu pai só fez merda nesse mundo, mas isso eu vou contar mais pra frente, minha história quem sabe é só o jovem, JP e minha coroa, são só os três que eu confio de olhos fechados. Puxo mais uma tragada do meu baseado e escuto a porta bater, sei que é a coroa e provavelmente com um pedaço de p*u na mão pra me bater, me levanto e abro a porta e vejo ela de cara fechada. Nilza - tá te faltando educação moleque - ela já entra dando um tapa na minha orelha Talibã - aí coroa - grito e recebo outro tapa Nilza - coroa é o teu pai, por que não me deu bença quando passou em, perdeu a educação no meio do caminho garoto? talibã - pô mãe tava boladão com o jovem falando merda, vim me desestressar primeiro pô - ela me olha analisando de eu estou falando a verdade Nilza - qual foi do jovem tá perturbando logo cedo? - pergunta entrando e sentando na poltrona ali Talibã - com a falsa noiva, eu espero que ela tenha cumprido às regras, tô com paciência de educar pirralha não, e pra meter o tiro nela é dois tempo - falo e a minha mãe fecha a cara Nilza - por acaso eu criei filho meu para bater em mulher né Ravi? Tu encosta um dedo nela que te garanto que tu não vê a luz do dia após isso - ela fala e eu fico quieto, a minha mãe é mais vida louca que eu pô, casou com bandido e entrou pro crime botando moral em geral daqui, ela também foi prometida ao meu pai, e eu tenho base no relacionamento deles que eu e essa garota não vai dar certo. Talibã - vou bater em ninguém não, fica sussa mãe. - falo e ela concorda saindo dali, aproveito o meu momento de paz, e me deito dormindo, já que fiquei o turno da noite todinho de plantão na boca. { . . . . . . . . } Acordo por volta das 18:00 e vou pra boca, o jovem deve ter ido pegar a minha mulher lá, não tô com um pingo de vontade de conhecer a Paty, ela mora a duas horas daqui do morro, ou seja do outro lado do rio de janeiro, espero que ela não de trabalho. Chego na boca e a gostosa da Liliane já está ali com a bermuda toda socada no r**o, gostosa ela é demais, gosto de fuder essa b****a dela, mas odeio os papo de amor que ela vem falar depois do sexo, é só um pente e rala e essa p***a não entende. Lili - oi amorzinho - ela fala manhosa talibã - sem papo de amor, entra - dou a ordem e assim ela faz - ajoelha e mama - dou a ordem e ela calada ajoelha e desce a bermuda e começa a me chupar até eu gozar, pego duas camisinhas na minha carteira e encapo meu p*u, quando vou pra fuder a p*****a meu celular começa a tocar, um c*****o mesmo tenho paz nem pra t*****r nesse caralhö pô, olho o celular e vejo que é o JP. ligação on - talibã - qual foi empata f**a - falo me afastando da piranha jp - tu vai buscar aquele d***o que tu vai chamar de mulher, falou que só vem pro morro se tu for buscar - mais é o caralhö memo na moral, a filha da püta nem veio e na tá me dando dor de cabeça, ela vai testar mesmo minha paciência essa filha da püta talibã - e cadê o jovem? mandei ele buscar ela, se fosse só pra visitar eu tinha ido lá e tomado um café com a mãe dela jovem - quero vê tu ter coragem de peitar aquele meio metro filho da püta, além de não ter tamanho ainda é braba fi, falou que só saia de lá com uma bala no meio da testa, tu se vira fi eu não vou me meter com isso não, tenho amor a minha vida, de capeta já basta tu que eu tenho que enfrentar todos os dias. talibã - se tivesse amor a tua vida mesmo não brincava muito com a Bianca - falo e ele fica em silêncio jovem - tô esperando tu aqui na entrada - ele fala sério e desliga, filho da p**a isso sim. LIGAÇÃO OFF Diaba Filha da p**a, parece que não entendeu a regra número 2 nesse c a r a l h o, vou ensinar a ela como obedecer, tiro a camisinha do meu p*u e visto minha bermuda a Lili me olha com a sobrancelha erguida. Lili - vai ir atrás de outra? - ela pergunta e eu a encaro talibã - tá querendo ganhar corte novo p*****a, te devo satisfação não pörra - falo e saio dali subindo pra minha goma, subo pro quarto e tomo um banho rapidão, visto uma camisa e uma calça, coloco um tênis pego minha arma e a chave do carro, desço e minha coroa tá na cozinha. Nilza - vai aonde? talibã - buscar a diaba da sua nora que já está dando trabalho - falo e ela sorri negando Nilza - ela vai ser seu grande amor ainda - ele fala e eu sorrio talibã - tanananana tanananana- imito o alarme do celular - aí tu acorda coroa, não vou ser amarrado nunca e muito menos por uma desconhecida - falo e ela nega Nilza - veremos - saio dali e dou partida no carro, vejo os filhos da p**a na entrada, vontade de meter tiro é neles, onde já se viu ter medo de mulher pô. Quando chego eles ficam atrás de mim, se fosse em outra situação eu até iria rir deles, mas quero matar essa filha de uma p u t a, nem bato na porta não, faço é arrombar esse c*****o memo, sei que é ela que está vendo a tv e p***a pura pornografia isso aí a mãe dela vem correndo e quando me ver paralisa já chorando, a mãe dela tenta chamar ela mas ela vem de graça, não vi a hora de puxar ela, e c a r a l h o, que morena, olhos claros, baixinha, marrenta, meu p*u já está duro feito pedra, sou capaz de fuder ela dentro daquele carro, que mina gostosa. malu - tô pagando pra vê - ela me responde, minha vontade é de meter tiro nela mas aí lembro que se chegar lá em casa minha mãe mete tiro em mim também talibã - não me provoca garota, pode se dar m*l malu - me dar m*l? mais ainda? acorda cara você já é meu m*l desde meus 10 anos de idade - ela fala e se afasta subindo as escadas, encaro sua mãe enquanto a espero e ela desce com uma mochila e duas malas Zélia - por favor filha se comporta - ela fala e ela nega malu - pega tuas coisas a senhora vai comigo - solto uma risada talibã - um c*****o que vai. malu - ou ela vai ou não vai nem eu e nem ela, tu decide - ela fala me encarando séria talibã - GAROTA ENTRA DENTRO DAQUELA p***a DE CARRO TUA MÃE NÃO VAI - grito e ela nem esboça reação malu - mãe vai arrumar suas coisas, não piso naquela favela sem você talibã - OLHA AQUI DIABA - ela me interrompi e vem apontando o dedo na minha cara malu - PRIMEIRAMENTE MARIA LUIZA PRA VOCÊ, SEGUNDAMENTE OLHA AQUI VOCÊ, OU VAI EU E MINHA MÃE OU NÃO VAI NINGUÉM, JÁ BASTA TEU PAI TER MATADO O MEU, SE NÃO QUISER - ela tira o revólver da minha cintura - mete bala - mina maluca c*****o gostei e não gostei talibã - arruma tuas coisas antes que eu mato a tua filha - pego minha arma e saio puxando ela pro carro - levam a coroa e as malas - dou ordem para eles e saio dali colocando ela no carro.
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