— Não vou demorar. — Valerius avisou quando passou por Lúcios. Sylla estava completamente apagada, os braços soltos como os de uma boneca de pano, e a cabeça caída sobre o peito de Valerius. Pela palidez do rosto, podia até parecer que estava morta. Mas Lúcios não esboçou qualquer emoção. Seu olhar cruzou o de Valerius com um assentir breve, cúmplice e silencioso, e então seguiu o próprio caminho com passos calmos e silenciosos em direção ao quarto. Ao abrir a porta, foi surpreendido pela movimentação repentina sobre a cama. Ângela se levantou, ainda visivelmente tonta, agarrando o lençol contra o corpo nu com um misto de urgência e vergonha. Ela parecia estar mais delirando do que tentando fazer algo lúcido. Ela m*l conseguia se equilibrar, os pés tropeçando no tapete enquanto tentava

