Com os olhos cansados, voltou-se para os dois amigos. — Preciso que vocês me ajudem. Eu tenho que descobrir quem comprou o hospital. Se meu pai não pode negociar, eu vou. Junior suspirou fundo, mas não teve coragem de negar. — Vou pedir ajuda a meu pai. Ele tem muitos contatos importantes, eles podem ajudar. Depois de quase três dias investigando, conseguiu um número corporativo ligado ao comprador. Entregou o papel a Ângela. Ela segurou o telefone com as mãos trêmulas e discou. Cada toque na linha era uma agulha no coração. Finalmente, uma voz masculina atendeu. — Corporação Vitta, com quem falo? — Aqui é Ângela… filha do doutor Arthur. Eu sei que vocês compraram o hospital, será que posso falar com o responsável? — Está falando com o próprio, senhorita. A que devo a sua ligação? — Por

