— Tem certeza que não quer ir? — ele insistiu. Suspirei, virando o rosto pro travesseiro, me remoendo de raiva, mas prefiro esconder minhas reações. — Na verdade… eu queria rir. Quero ver ele treinando, ver o que diabos tem de tão especial nesse fundo da mansão também. Ouvi que era um espaço selado, certo? Valerius arregalou um sorriso satisfeito, confirmando com a cabeça — mas esse homem… com certeza estava atrás de uma treta, só porque eu não posso mexer com ninguém agora. — Pois então levante-se, madame. Eu mesmo vou te ajudar a ir até lá. — disse de forma teatral. Eu nem tive tempo de reagir. Dois empregados entraram carregando um tapete para forrar o chão e alguns travesseiros macios, como se eu fosse uma criança a ser instalada num piquenique real. Valerius estendeu a mão na minha

