RIKELME (RK): Gabriela se levantou, e começou a chutar o Terror, enquanto chorava. Me aproximei dela, e fiquei olhando ela chutar o desgraçado. Ela parou, suspirando alto, e me olhou. Fiz sinal com a cabeça pra ela, e ela assentiu limpando as lágrimas. RK: Deixa que eu termino aqui. Fui com ela até a porta, e antes de sair ela me deu um selinho, sorrindo fraco. RK: Qualé, Jó, pega o ferro quente lá. – olhei pra ele, e ele saiu dali rindo. Me aproximei do Terror, e dei uma bicuda na cara dele. RK: Pô, tu vai sentir o que a Gabriela sentiu quando tu forçou ela a fazer os bagulhos. – me agachei na frente dele. – Tu não devia ter feito isso com ela, a mina não merecia essa p***a não. Tu é um cuzão, mina é firmeza, guerreira pra c*****o, e tu fez essa p***a. Eu vou f

