Jiro balançou a cabeça. — Isso não significa nada. Estas podem ser fotos falsas. Não seria a primeira vez que as pessoas tentariam mexer com a minha cabeça. A minha voz falhou. Na verdade, não acreditei nas minhas próprias palavras quando as disse. Jiro enfiou a mão no envelope e pegou um pendrive. — Conecte e ouça. Ele disse sério. — É seguro. — Você ouviu? Eu perguntei, pegando da sua mão. — Sim. Não perguntei quando ele conseguiu ou como, já que essas eram perguntas para mais tarde. Liguei meu laptop, minha mente entorpecida, já me preparando para o pior. Minha mão tremia enquanto tentava conectar o USB. A única marca externa da tempestade que se formava dentro de mim. Jiro percebeu, mas não disse uma palavra enquanto se sentava na cadeira do outro lado da minha mesa. No iní

