— Está tudo bem se eu usar isso... Parei, sem me lembrar do nome. Ena apoiou as mãos nos meus ombros e eu encontrei os seus olhos no espelho. —Wafuku, e sim, por que você não estaria? — Ah, você sabe que não estou...Deixei passar alguns segundos, sem saber como colocar as coisas. — Japonês. Ela riu, aproveitando o meu desconforto. — Você não precisa estar, querida. Não é assim que funciona. Somente pessoas insuportáveis e arrogantes como o tio de Hoka parecem pensar que sim. Eu me virei, olhando para ela com a boca aberta em estado de choque. — O quê? Ela encolheu os ombros. — Você não pode negar. Foi minha vez de rir, apoiando a mão na boca. — Não, eu não posso. Ena estava com uma roupa parecida com a minha, mas a dela era mais sóbria, feita de tecido marrom e vermelho-escuro. O

