Continuação… JF Entramos naquela multidão de pessoas, os condenados socando os guardas, que por sua vez batiam neles com os seus cassetetes, pondo alguns no canto, após o espancamento generalizado. Algumas facçõe.s rivais também se engafiavam, nutrindo um odio colossal tentavam a todo custo matar uns aos outros. Uma carnificin.a diante dos nossos olhos. Eu e meu companheiro de cela passamos pelos carcereiros sem nemhum problema, eles haviam sidos comprados por alguém que está financiado a minha fuga, mesmo que estivessemos armados eles não nos parariamos, mas o Branquelo atravessou nosso caminho, segurando um cutelo, impedindo a primeira fase da minha escapulida. — Deixa esse merdinh.a comigo, chefe. — Sozinho? Posicionei a madeira para cima, segurando firme com as duas mãos. — Não

