Capítulo 248

401 Palavras

Às vezes, Richard Schneider se perguntava se havia algum outro advogado em São Pietro que trabalhava tanto quanto ele. A sensação de sair de uma delegacia, com o cheiro de desinfetante e desespero ainda no ar, era uma que ele detestava, mas que se tornara terrivelmente familiar nos últimos meses. Ele abriu a porta do passageiro do seu Jaguar. — Entre, Gabriel. Gabriel entrou sem dizer uma palavra. Ele estava pálido, a roupa amassada da noite anterior, as olheiras profundas marcando o seu rosto. A única luz em seus olhos era a da gratidão pela sobrevivência do irmão. Todo o resto parecia ter sido apagado. Assim que Richard entrou no trânsito, a voz de Gabriel soou, urgente e focada. — Me leve para o hospital, Richard. Por favor. Richard suspirou, os dedos apertando o volante d

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR