A noite na cobertura Paradise era uma celebração. Enrique Romani abriu uma garrafa de champanhe safrado, o som da rolha estourando ecoando pela vasta sala de estar. Ele encheu duas taças de cristal e entregou uma a Vitória, que o observava da parede de vidro, o horizonte de São Pietro brilhando a seus pés. — Um brinde — disse ele, a voz suave, mas vibrando com o triunfo. — Ao quê, exatamente? — Ela perguntou, um sorriso lento se formando em seus lábios. — A um real — respondeu Enrique. — O real mais bem pago da história de São Pietro. O cristal tilintou. Eles beberam. — Eu adoraria ter visto a cara dela — disse Vitória, saboreando o champanhe e a memória. — A vadi@ quebrada, forçada a assinar a própria sentença. E a cara de Cesar Mendonça... vendo a filhinha dele se render. Iss

