Capítulo 349

712 Palavras

O silêncio que se seguiu à apresentação da "conta" de Cesar foi pesado e frio. O Banqueiro havia terminado seu relatório e agora comia seu crudo com uma lentidão deliberada, cada garfada um ato de domínio. Olívia Fontana, por outro lado, permaneceu imóvel. Seus olhos estavam fixos no prato à sua frente. As três capesante, perfeitamente seladas, repousavam em seu purê escuro, intocadas. Ela pegou o garfo e a faca, não para comer, mas como um cirurgião selecionando seus instrumentos. Ela finalmente falou. Sua voz não era de medo, nem de raiva. Era um tom de profunda, quase maternal, decepção. — Cesar, Cesar... — ela suspirou, o som m*l audível acima do murmúrio do restaurante. — Que tragédia. Ela cortou, com uma precisão cirúrgica, um pequeno pedaço da vieira. Ela o observou no gar

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