Capítulo 130

413 Palavras

Naquela mesma noite, muito depois de a mansão Mendonça mergulhar em silêncio, uma única luz permanecia acesa. No santuário de seu quarto de infância, Alessandra estava sentada em frente a um laptop criptografado que a equipe de seu pai lhe fornecera. Sobre a escrivaninha, o cartão de visitas preto de Argos parecia um portal para um mundo sombrio que ela hesitava em cruzar. Seguindo as instruções de Borges, ela acessou uma rede privada de informações, um submundo digital onde reputações eram compradas, vendidas e destruídas. Ela digitou o codinome. Argos. Não havia fotos. Nenhum nome real. Apenas sussurros. Lendas. Histórias sobre o "Fantasma de Brasília" e o "Olho de Genebra". Sua reputação era impecável. Ela encontrou menções a seu trabalho mais recente, ainda fresco nos círculo

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR