Acordar na manhã de Natal nos braços de Lucas é a melhor sensação de todas, o bebê pressionando minha bexiga, no entanto, nem tanto. Tento sair da cama e ir ao banheiro antes de fazer xixi, apenas para perceber que o braço de Lucas está me mantendo refém. —Lucas, acorde.— Eu digo dando um tapa leve em sua bochecha. —Não, ainda estou cansado.— ele diz gemendo. —Eu tenho que fazer xixi.— —Então vá fazer xixi.— ele diz como se fosse a solução mais óbvia. —Eu faria, se não houvesse um maldito tronco de árvore me segurando. —Oh, minha culpa, você pode ir agora.— ele diz levantando o braço de mim. O mais rápido que posso, corro para o banheiro conectado e faço o que parece ser o melhor xixi que já fiz. Depois de lavar as mãos, volto para o nosso quarto para ver Lucas dormir de novo. —Luca

