Ele de alguma forma conseguiu tirar dois dos caules de sua planta com raízes e plantá-los na minha. —Estou plantando essas poucas sementes aqui para que elas também cresçam.— Ele diz abrindo a bolsa de sementes e plantando em nossos dois vasos. —A planta será diferente,— eu digo afirmando o óbvio. —Você pode me dizer o que planejou antes?— Ele diz como se eu nem soubesse disso. —Aquelas eram margaridas.— Eu digo dando uma cotovelada em suas costelas, ganhando seu sorriso adorável que força suas covinhas a saírem de seu esconderijo. Ele sorri. Muito. Mas suas covinhas não ficam proeminentes sempre assim, só quando ele sorri preguiçosamente, lentamente. —Eu te dei a mesma semente que peguei.— Suas expressões me dizem que ele conscientemente pegou margaridas porque eu tinha margaridas o

