O primeiro apartamento era...uma confusão. O teto tinha buracos do tamanho de uma moeda de vinte e cinco, o chão estava pegajoso e estralava a cada passo. Sem contar que eu teria que comprar todos os móveis, mas apesar de tudo isso era o mais acessível. O segundo apartamento era razoável, o chão era resistente e de uma madeira clara, o que me agradou muito, as paredes eram de um tijolo acinzentado estranho que muito se parecia morfo — e cheirava a morfo também —, e era apenas um cômodo. Quinze metros quadrados que continha o banheiro, a cozinha, o quarto e a sala de estar, e mesmo que o valor fosse agradável ao meu bolso o tamanho não me agradou. Antes do terceiro meu celular apitou no bolso do short, e eu tive que buscar abrigo no meio da calçada para atender a ligação. Me escondi do

