Mary Guimarães...

405 Palavras
O rapaz aguardou no hospital até que os pais de Diana chegar, estavam angustiados. Agradeceram bastante e trocaram telefone... estavam aliviados após verem que a filha estava bem, e disseram que assim que possível convidariam Filipe para almoçar, em agradecimento ao que havia feito pelo filha. Após explicar rapidamente oque houve, ele foi pra sua casa com a mãe Depois de tudo que aconteceu, só queria poder chegar, tomar um banho e dormir... Sua mãe foi falando o caminho todo: sobre a desconhecida que ele ajudou, da empresa mas principalmente do noivado. Dentro da residência foi recebido por Mary, que quando o viu, se jogou nos braços de Filipe, que não fez questão nenhuma de corresponder, na vdd nunca enganou- a, quanto seus sentimentos. - Filipe, como está, parece cansado, senti sua falta! - Mary, bom dia, que bom que minha mãe te convidou. Vou dormir, com licença- olhando o filho com reprovação, ficou sem graça, e se desculpou. - Tudo bem, ja o conheço... com o tempo ele vai me amar. No fundo sabe que sou a única para ele, a melhor!!- Dando um abraço em Silvi, subiu para o seu quarto, ela não via sentido insistir com ele, pelo menos não hj, ela ainda teria pelo menos 1 mês pela frente. Após um longo banho, Filipe se deitou, não conseguia dormir, sentia o corpo cansado mas a sua mente, estava uma bagunça... Não esperava ter que lidar com Mary, foram forçados desde crianças a conviverem juntos, ela era muito bonita, loira, magra, olhos azuis, o padrão de beleza que fascina muitos, mas ele não... a via mais como uma colega do que qualquer outra coisa...A pressão da sua mãe para esse casamento e******o já durava anos, mas ele não sabia dizer porque ainda mantinha essa farsa! Se não fosse pelo seu pai, não seria nem educado com mtas pessoas que conhecia. Sabia que precisava apenas dormir, mas sua cabeça continuava pregando peças, esfregando o rosto com impaciência, sentiu o corte que aquele bastardo fez. Fechou os olhos, e se lembrou de Diana, dormindo em seu carro, parecia até uma pintura, maravilhosa, se não fosse pela febre... Se não fosse pelo café que derramou nela mais cedo...em partes ela tinha razão quando me falou aquelas coisas, enquanto me evitava. Se fosse possível gostaria de compensa-la de alguma forma... - Realmente sou sim, um i****a!- pensou de si msm, enquanto finalmente conseguiu pegar no sono.
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