Capítulo 30

1465 Palavras

Draco Eu puxo, puxo tanto que minhas juntas estão ardendo onde meus pulsos e tornozelos estão presos até que uma enfermeira vem e olha chocada para meus pés e mãos. — Senhor Benett, está se machucando, terei que seda-lo para que algum enfermeiro possa fazer um curativo nos seus pulsos e tornozelos. — ela fala, sai e quando volta está com uma seringa nas mãos. Logo entra um homem da minha altura, porém seu tipo físico é magro e sem músculo. — Se me espetar com essa merda quando eu levantar daqui vou enfiar essa maldita agulha no seu pescoço. — aviso com meu olhar mais mortal e a mulher me ignora. Ela chega tão perto de mim que posso sentir o cheiro mentolado do seu cigarro. Isso me indica que ela é fumante e que em algum bolso do seu jaleco tem um isqueiro. Meus olhos não deixam os dela

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