Capítulo 37

1136 Palavras

Violeta  Quando cheguei à casa da minha prima Lola, ela me recebeu ansiosa e preocupada. Notou imediatamente a minha agitação e os vestígios de choro no meu rosto. Sentamos na sala, e eu sabia que era hora de pedir a sua ajuda. — Per Dio, Violeta! Olha o seu estado. — Ela disse me ajudando a desamarrar o sling e soltar Pietro. — Lola, preciso da sua ajuda. Não há tempo para rodeios. — Fui direta, sabendo que ela estava ciente da prisão do meu pai, e de parte da confusão. Uma coisa era os Lombardi abrigar as mulheres desamparadas com casa e com empregos, outra bem diferente era mantê-las cativas, óbvio que o meu tio, irmão de mamãe ofereceu ajuda. Mas a desculpa de termos que nos virarmos sozinhas soava mais dependente e real. Lola segurou as minhas mãos e, sem questionar, subimos as

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