— Eu odeio me dar com toupeiras! — esbravejou Bravo, indo em direção ao cachorro caído no chão. Celine abriu os olhos, tapou a própria boca e segurou os embrulhos que teu estômago deu. Bravo lançou um machado certeiro que contribuiu num r***o grotesco na ossada do pescoço do animal, e ele ainda agonizava enquanto sentia o sangue fresco derramado. E para tirar o seu sofrimento, o mesmo levantou o machado e desferiu o último golpe, separando a cabeça do pescoço. — Aquele i*****l do teu irmão não te orientou a seguir a maldita trilha? — soltou entre os dentes, enquanto prendia o pequeno machado sujo no coldre de tua cintura. Celine não piscava, apenas segurava a boca e mirava o cão morto aos pés do homem. Não fosse a aproximação do lenhador, irritado pela estática da moça, ela ainda estaria

