Capítulo 17

565 Palavras

O macio fofo da cama massageava seu rosto. Bom, não era tão macio assim, mas muito mais confortável que o chão do trabalho ou o colchão de palha de Bartolomeu. Celine abriu os olhos, não conseguiu entender onde estava, respirou fundo e sentiu as costas retesar contra uma ponta morna tocando em suas costas. Ela respirou fundo, levantou a cabeça e sentiu o toque de novo, onde tentou, devagar, olhar para trás. — Ora, a febre diminuiu. — contou a senhora rechonchuda, enquanto a menina desviava os olhos de seu rosto, para as acomodações do quarto. Bom, não estava na casa de ricos, mas há de convir que era melhor que as acomodações do paiol de seu pai. A janela estava fechada, havia velas nos quatro cantos do cômodo e ela sentia a pele relaxar a cada toque da mulher. — Já tirei todo o sangue d

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