Dul e Ucker combinaram de ir ao cinema e depois encontar com todos na pizzaria isso se caso todos fossem.
As horas passaram e no cinema estavam Dulce e Ucker tentando se controlarem para não ter demonstrações de carinho em público para que nenhum paparazzi não os flagrassem.
Ucker: É tão bom está assim com você.
Dul: Eu também gosto de está assim com você
Ucker: A verdade é que eu queria esse momento, só nos dois sozinhos.
Dul: Safadinho em
Ucker: O que você acha de depois da pizzaria você ficar lá no meu quarto?
Dul: É tentador, mas se alguém nos ver?
Ucker: Ninguém vai ver, é só você tomar cuidado.
Dul: Então eu vou, gatinho. Disse e beijou a bochecha dele.
Ucker: Essa é minha garota.
Eles continuaram entre carinhos e beijinhos até dar a hora de irem para pizzaria. Ao chegarem no local viram Cris e Daniela que já esperavam.
Ucker: Oi Casal.
Daniela: Olá
Cris: Você e a Chuck juntos?
Dul: Nos encontramos no caminho
Ucker: É foi isso
Cris: Hum, Cadê o resto do pessoal?
Dul: A May não sabia se vinha está em um curso aí
Ucker: O Poncho não vem.
Dul: Vamos pedir ?
Cris: Sim, vamos
Daniela: Estou morta de fome.
Eles fizeram os pedidos e demorou mais um pouco e May chegou só que não gostou de ter visto Daniela lá, se aproximou da mesa.
May: Oi gente
Dul: Que bom que veio May
Ucker: Senta aí
Cris: Já fizemos os pedidos se você quiser acrescentar mais alguma coisa podemos chamar o garçom não sabíamos se realmente viria
May: tudo bem. Disse em emcará-lo
Dulce: Está assim pelo lance de mais cedo ? Disse a ela sem ninguém ouvir.
May: Não estou assim, porque não quero ficar segurando vela, não sabia que a Daniela viria.
Dul: Eles são namorados agora é natural que ele a leve para sair com a gente agora.
May: O Poncho não vem mesmo?
Dul: Não e a loira ? Falou com ela?
May: Ela ficou no quarto
Dul: Então os dois estão sozinhos em casa?
May: Ao que parece sim
Dul: Tomara que eles se resolvam
May: Sim, tomara não aguento ver a tristeza deles.
Dul: Eu também não
May: Agora vamos comer
Dul: Vamos.
Passaram mais minutos e eles continuaram conversando e comendo, Maitê se sentia deslocada por mais que interagisse entre eles, sentia que estava segurando vela, afinal Dul e Ucker estavam muito íntimos não pareciam nem de longe aquele tempo que viviam brigando e ela desconfiava que estivesse rolando algo entre os dois.
Enquanto uns estavam entre conversas divertidas e brincadeiras no apartamento tinha um Poncho que andava de um lado e de outro, já não aguentava mais essa agonia por isso resolveu ir ver a Annie.
Ele desceu e foi até o apartamento das meninas entrou no quarto dela e não estava, olhou na sala e na cozinha e também não encontrou. Suspirou e encostou a cabeça na parede da sala.
Poncho:Não consigo mais viver assim. Suspirou disse a si mesmo.
Annie: Me procurando? Poncho ao ouvir a voz se sobressaltou. Virou para encará-la
Poncho: Sim, muito te procurei por todo o apartamento não te achei cheguei a pensar que tivesse ido com o pessoal.
Annie: Estava no terraço, precisava de ar e pensar um pouco.
Poncho: Annie, precisamos conversar...disse receoso
Annie: Eu sei. Suspirou - Por isso estou aqui . Ela sabia que seria uma conversa difícil mas já tinha sua decisão
Poncho: Eu não aguento mais essa agonia, sem saber como vai ser daqui pra frente.
Annie: Vamos sentar vem. O chamou e eles sentaram no sofá de forma a ficar um de frente para o outro.
Poncho: Para mim nada mudou Annie. O que sinto por você é mais forte que tudo, nós vamos superar eu só preciso de você do meu lado. Ele já tinha a voz embargada
Annie: Poncho, eu pensei muito.... Ela sentia os olhos arderem tentando controlar o choro
Poncho: Eu sei que é difícil, mas nós vamos nos ajeitar e acostumar com o tempo, eu fui pego de surpresa assim como você.
Annie: Eu sei que é difícil, mas para mim não dá Poncho. Disse e começou a chorar
Poncho: o que você quer dizer com isso? Disse querendo não acreditar que ela estava desistindo de ficar com ele.
Annie: Um filho é um vínculo eterno que você terá com ela, por mais que eu aceitasse a seguir em frente não daria certo, você vai ter que dá assistência ao bebê e a ela. De uma certa forma ela sempre estará entre a gente, o fato é que não suportamos uma a outra seria desgastante a convivência, além da nossa rotina de shows, gravações, fotos, entrevistas, a familia, você teria que dar atenção ao seu filho. Você estando comigo não vai ser o memso eu sei que você será um pai presente,mas sempre perderá alguma coisa não estando ao lado dela, Existirão datas que vocês compartir amor juntos, consultas e problemas em relação a educação dessa criança. Poncho, esse bebê não tem culpa de nada merece uma convivência harmoniosa entre os pais isso não vai acontecer se você estiver comigo. Os dois já choravam muito.
Poncho: Annie,eu te amo. Não faz isso comigo, não faz isso com a gente. Disse e a braços forte.
Annie: Eu também te amo, mas vai ser melhor assim, será melhor para o bebê.
Poncho: Annie...olha pra mim. Ela obedeceu. - E eu ? Como eu fico ? Eu esperei anos para ouvir você dizer que me ama que eu era correspondido que ficaríamos juntos e você está abrindo mão do nosso amor, por favor não faz isso. Eu te prometo que isso não vai interferir na nossa relação eu vou ser um pai presente, Amor eu preciso de você do meu lado. A braços forte.
Annie: Poncho........ela soluçava não queria ter que abrir mão dele, estava sendo difícil. - Eu quero alguém inteiro comigo, que comece do zero comigo e você vai ter um filho com outra, pode parecer egoísta mas eu não vou conseguir, eu não vou conseguir viver com você indo e vinda da casa dela para ver seu filho, ela se aproveitando de qualquer coisa para estar perto de vc.
Poncho: Você está abrindo mão da gente antes memso de tentar. Olha, eu sei que está confusa que é difícil, eu também estou tentando me acostumar com a ideia,mas me dê uma chance, deixa eu te provar que vamos dar certo.
Annie: Poncho.... eu ....er...não sei.
Poncho: Estou te pedindo uma chance, Annie.