Acordo sentindo o familiar peso das pernas e braços de Bel envolvendo o meu corpo. Não consigo evitar pensar na nossa noite de sexo quente e nos orgasmos que ele me proporcionou. Com um sorriso bobo, olho para a janela a minha frente. O sol já está alto lá fora, o dia completamente ensolarado e lindo. Mexo-me com cuidado para não acordá-lo, e quando estou prestes a sair da cama, porém, ele me puxa de volta, me fazendo rir e beija os meus cabelos. — Aonde pensa que vai, senhorita Drummond? — Ele pergunta com a voz rouca de sono. — Preciso de um banho, senhor Village — resmungo, rindo da sua prisão, que me aquece e me conforta. Sua boca se arrasta pela minha nuca e o som da minha risada ganha mais um tom. — Precisa de ajuda com esse banho? — indaga cheio de malícia. — Dessa vez não. — Vi

