UMA CHANCE AO AMOR. Tomo os seus lábios em um beijo quente, que me preenche imediatamente por dentro. Val se entrega, levando as mãos a minha nuca e acaricia os meus cabelos, gemendo baixinho em minha boca. Impulsivo, levo uma mão ao seu seio, por cima do sutiã do biquíni e inicio uma deliciosa trilha por seu maxilar e pescoço, apreciando o sabor da sua pele salgada na minha língua. — Ah, Val, que delícia! — rosno com a voz rouca de desejo. Nesse instante, mão minha deslizar por seu corpo, afastando o sutiã para o lado, e logo sinto a maciez da sua pele na palma da minha mão. Aperto com leveza o globo mediano, sentindo o seu calor e maciez e mais uma vez impulsionado, abocanho o bico entumecido. — Ah, Alberto! — Ela volta a gemer e sou sugado pelo prazer de ouvir o meu nome sair da sua

