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1877 Palavras

— Como ela está? — Escuto a voz de Bel distante devido à sonolência. — Porque não me chamaram assim que aconteceu? — Ele parece bravo, irritado ou nervoso. Não sei ao certo. Abro uma pequena brecha dos meus olhos pesados de sono e provavelmente inchados de chorar, e o fito caminhar de um lado para o outro do quarto. — Bel? — O chamo baixinho e ele vem imediatamente para a cama, me puxa para os seus braços e beija o meu rosto delicadamente. — Como você está, meu amor? — Eu estou bem! Era ela, Bel. — Ela quem? — Passei parte da minha noite tentando lembrar de onde ouvi aquela risada. Era ela, a Ângela. — Bel não parece surpreso. É como se soubesse que Ângela poderia fazer algo em algum momento. — Você sabia. — Afirmo. Ele engole em seco. — Podem nos deixar a sós? — Ele pede e só então

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