— Casa? – Diego balança a cabeça raspada. Olho de um para o outro. Estão a ponto de voar de onde estão para a briga. — Deus me ajude. – Sussurro. Anthony procura no meu rosto algum indício dá noite. Acho que estou tão abalada que ele mesmo suaviza o rosto e sorri para mim. — Preciso beber alguma coisa. – Ele levanta. — Daqui à pouco te pego aqui para irmos para casa. — E você também deveria Diego, sua esposa vai ficar preocupada, um dos pequenos não está nada bem. Gripe parece. E então todo o bar faz um silêncio maligno. É como se todos parecem de respirar esperando a resposta do homem na minha frente. E a resposta? Nada. Anthony se levanta, coloca a mão no bolso e vai até o balcão. De longe o cabelo loiro dele as roupas todo o resto me fazem ver o homem que ele é. Ele está sério, me

