Uma taverna abarrotada de clientes estava à minha frente. As lamparinas acesas faziam um péssimo trabalho para iluminar a estrada de terra que se estendia pela vila e levava a uma rua principal. Não reconheci o lugar onde me encontrava, mas, ao olhar em volta, entendi o porquê de estar ali: aquela era uma visão do passado de Stephen Heronwood. O rei estava a alguns metros de mim, parado na porta do estabelecimento. Ria, abraçava e brindava com alguns camponeses bêbados, derramando o que imaginei ser cerveja em toda sua roupa e no chão. Examinei suas vestes. Com certeza, não era dignas de um m****o da realeza: ele tinha apenas uma bota nos pés; a camisa estava com furos no peito e nas mangas; a calça era fina e uma das pernas m*l chegava ao joelho, resultado do que parecia ser um belo jant

