Josh nunca era irresponsável, não naquelas horas. Nós não atirávamos sem uma razão muito boa de morte ou morte. Passaram—se um segundo do tiro até eu estar na ala esquerda, com Josh no chão sangrando e um homem que nunca havia visto na vida em pé com um olhar de vingança. Andei rapidamente até o homem e torci seu pescoço de um jeito que a garota do exorcista ficaria com inveja, mas não importava. Não quando meu melhor amigo estava cuspindo sangue, seu olhar perdido em alguma parte do lustre pendurado no teto: — Reforço no subsolo, rápido. — pedi pelo ponto e me ajoelhei em sua frente tentando estancar o sangue saindo do lado esquerdo do seu peito. Algo em mim se agitou como nunca antes, nem com nenhum outro, nem mesmo com minha mãe. A parte que eu tentei impedir de emergir, estava a tona

