Capítulo 14

2636 Palavras

24 DE FEVEREIRO DE 2015 Sexta—Feira — Você está bem? — perguntei cético sobre a cena que era apresentada aos meus olhos, e Raquel me deu um sorriso morto, ainda pensando um pouco sobre a resposta. Não era nem sete horas da manhã, quando bati em sua porta, com a cara amassada de quem havia saltado da cama pois precisava libertar a mente. Ela me atendeu como se fosse meio—dia, quero dizer, parecia que na vida dela já estava tudo funcionando, enquanto para mim, era quase madrugada. Raquel estava uma bagunça no meio da bagunça, uma particularidade da vida de universitários, que de bonito só tem o diploma e olhe lá. Seu cabelo estava preso em um coque com uma caneta, as pálpebras levemente inchadas, sem falar na expressão de: "aqui só tem o corpo, a alma está dormindo". Ela usava um pijama

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