CAPÍTULO QUARENTA E SETE

1239 Palavras

“Cansei de esperar! Amanhã”, as palavras ecoam em minha mente. De novo, de novo e de novo. — Sars? — olho nos olhos de meu pai, ainda comendo sorvete de morango com batata-doce frita. — Você não vai a lugar nenhum amanhã... nós damos conta. — volto a olhar para o pote de sorvete. — Eu, Moirym e Merlin! — ele conclui, pragmático. Pego mais um pouco da mistura que estou comendo, sem olhar de novo para ele, e encho minha boca. Ninguém mais está rindo e eu sinto os olhares de to.dos em mim. — Você me ouviu, não é? Você me entendeu, certo? — não respondo de imediato e ele quase grita. — Sars! — Não sei se isso é uma opção... — falo depois de um tempo, depois de engolir o que estava comendo. — pai, esse ser foi atrás de várias pessoas para me mandar recados. Matou muitos adultos e crianças p

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR