Mona Lisa geme entre os lábios de Gabriel. Ele abre os olhos e me encara, sem parar de beijá-la. Suas duas mãos voltam a apertar a bu*nda da mulher, puxando-a de encontro ao seu quadril. Mona Lisa rebola, esfregando o corpo nele. — Vem cá, Jade. Gabriel estende a mão. Desço da banqueta e me aproximo. Mona Lisa gira o corpo para olhar para mim. Me analisa novamente, dos pés à cabeça. Segura minha mão e sorri. Sua boca encosta na minha. Os lábios carnudos são macios, quentes e têm o sabor de alguma fruta gostosa, que meu cérebro paralisado não consegue identificar. Sua língua força entrada e permito o acesso. As mãos de Mona Lisa apertam minha cintura. Gabriel puxa meu braço e fazemos um sanduíche da mulher: ele está colado às costas dela, que, por sua vez, tem os s***s volumosos prensando o

