Os soldados correm para me socorrer. Zé se arrasta, pressiona o gatilho e aponta o fuzil na direção de onde vêm os tiros dos soldados. Bruxo tenta me levantar com ajuda de Pardal, o mais calmo do grupo. - Pro outro lado. Vamo, por*ra! A escuridão nos ajuda a escapar dos tiros, mas a ação de Zé é a melhor cobertura. Atacados, os soldados vão para a defensiva, agrupados atrás da D-20. Disparam sem condições de mirar o alvo, atiram a esmo para apavorar. Dá para ver que é uma ação sem pensar. Zé mantém a posição, enquanto eu sou arrastado ladeira acima. - Esse filha da put@ vai me pagar! Ele torce para eu não sair vivo! Que nem minha mãe é capaz de me parar. Eu falo enquanto sou carregado. Os gritos agora são de Bruxo: - Manda a granada! - Dá, não. O Zé tá lá embaixo - responde Pa

