Varuna entrou em fúria partiu para cima do homem que segurava Camila pelos braços. O fantasma não queria pensar em nada, apenas que o sujeito segurava a sua esposa. Camila só viu a cortina de poeira levantar e cobrir o visitante e ela. Sentiu o cheiro e a presença do amado. Era real e o tempo parecia passar bem devagar para o espectro e para a moça. Então, ao derrubar ambos no chão, a esposa e o homem que a tinha em seus braços. Varuna travou, reconheceu o sujeito. Seus olhos ficaram enormes e a ventania simplesmente parou acompanhando ambos se ergueram tímidos e sem graça. Camila arrumou os fios bagunçados e alisou a calça jeans que vestia. _ Desculpas, me desequilibrei.- a voz da menina saiu sem graça e com pouco entonação. _ Não se preocupe, veio o vento e....- sorriu sem

