Eram um do outro sob a bênção divina e incontestavelmente unidos por aquilo que não vemos, porém sentimos. Ela era sua base e ele era a coluna que sustentava a doce menina. Ambos eram ternos e vivam um em função do outro, embora esse 'viver' não abrangesse Varuna. Todavia, mesmo morto, ele sentia-se vivo. Um beijo selou mais do que a afirmação de que eram casados; selou os caminhos eternos sem abreviações ou intervenções externas. O casal deixou a igrejinha azul para trás. Camila não queria esperar pelo pai; caminhou ao lado do marido. Estava feliz, realizada e tinha dentro de si a essência mais pura da emoção. _ Pensando em quê, minha senhora?- o espectro perguntou alçando a mão da esposa. Camila deu um pequeno sorriso. _ Em nós e nesse nosso enlace. A pessoa mais importante p

