A festa

1944 Palavras
Sehun POV              Eu queria mesmo que o Park tivesse vindo à festa comigo, eu esperei até o último minuto que ele me ligasse, mas no fundo eu sabia que realmente não ia acontecer. Não consigo compreender o que aquele colega de quarto despertou nele, mas faz um tempo que ele tem estado cada vez mais estranho. Parece que depois de um tempo ele começou a ficar com ciúmes do baixinho, ou algo assim – não me importo –, só não queria estar nesta festa sozinho. É a maior festa que a fraternidade Beta já deu, não acredito que ele ‘tá perdendo essa.  A casa é simplesmente incrível. Devem ter umas mil pessoas aqui.   Toda a estrutura tem uma forma oval, deixando a sala em um grande circulo, que hoje, está cheio de pessoas bebendo e se esfregando de acordo com a música. Depois do centro vem um largo corredor que dá para cozinha e a porta dos fundos. As laterais da sala têm escadas que dão para os corredores com quartos. Enfim, a casa é enorme.    Eu não fiz muitos amigos, quem eu mais converso é o Park, como descobrimos muitas coisas em comum acabamos por não nos separar, o máximo que temos é um grupinho com quatro pessoas que falamos na sala, mais pra fazer trabalhos, mas que às vezes nos acompanham nos bares à noite.      Mas a minha esperança de ter alguém pra conversar essa noite foi por água abaixo quando eu vi cada um se esfregando com seus ficantes e namorados pelos cantos da casa. Alguns tinham até a sorte de ir para um quarto. E eu aqui, bebendo uma boa dose de vodka – ou fingindo – só pra fazer uma social.      Teria achado que minha noite estava completamente perdida se não fosse um loirinho dançando, aquela visão era maravilhosa, ele parecia estar dançando para mim – tá, quando ele deu uma piscada eu tive quase certeza. Ele rebolava de acordo com a batida da música, era simplesmente maravilhoso – acho que já disse isso.    Larguei meu copo com a bebida – que nem estava bebendo na verdade – em cima do balcão e segui pra pista.      Apesar de às vezes não parecer, eu sou uma pessoa bem tímida. Com toda a coragem do meu ser eu agarrei aquele baixinho pela cintura e comecei a dançar com ele no ritmo da música, meu peito estava colado às suas costas, o que fazia com que ele acabasse rebolando sobre meu m****o.     Isso era muito bom, seus movimentos eram precisos, ele estava tentando me deixar louco só com uma dança. Confesso que tem que ter muito autocontrole para não ficar duro de primeira com uma situação dessas, e bom, meu autocontrole foi para o inferno alguns minutos atrás. Abaixei minha cabeça me enfiando na curva de seu pescoço, ele tinha um cheiro incrivelmente maravilho. Não resisti comecei a passar minha língua na curva de seu pescoço até chegar a sua orelha, mordendo seu lóbulo.     Começou a tocar uma música incrivelmente sexy, e ele se virou para mim lentamente, mesmo com a nova posição nossos corpos ainda permaneciam colados, como se fossem se fundir – acho que parte disso é culpa minha por ficar apertando a sua cintura sem deixar que se afastasse        — Acho que te causei um problema, não é garotão? – falou próximo ao meu ouvido.    Sua mão foi deslizando de leve pela minha barriga até chegar ao meu m****o, começando a massageá-lo por cima da calça jeans. Não consegui evitar que um gemido escapasse por minha garganta. — É, talvez você possa resolver isso. – dei-lhe um sorriso de canto, sua mão começou a fazer movimentos mais rápidos.  Da onde saiu esse garoto? Ele não tem vergonha? Estamos no meio de um monte de pessoas e ele age como se não estivesse fazendo nada demais.   — É, poderia. Mas vamos começar com as apresentações. – falou tirando a mão do meu m****o e se afastando levemente para que pudesse me olhar melhor – Me chamo Luhan. E você?    — Sehun.     — Sabe Sehunnie. Eu estou com muita vontade de beijar você agora.       Ele não esperou uma resposta minha – nem acho que precisava – e atacou meus lábios. Seria estranho se disse que foi o melhor beijo da minha vida? Nossas bocas se encontravam como se estivessem com fome, a cada segundo o beijo se enchia ainda mais de desejo. As línguas se enroscavam dentro e fora das bocas, com certeza se não estivéssemos nessa festa seriam ouvidos estalos autos, por conta da saliva, a cada vez que movíamos a cabeça para aprofundar ainda mais o beijo. Nossa respiração estava descompensada, mas os lábios não se soltavam em momento algum, algumas mordidas foram dadas nos momentos que o ar era extremamente necessário, mas nada que separasse as línguas por muito tempo. A cada segundo que a língua do baixinho invadia minha boca minha excitação só aumentava.            — Agora eu realmente quero acabar isso em outro lugar. – disse Luhan um pouco ofegante, seus lábios inchados por conta das mordidas, tinham um sorriso lascivo. Luhan POV Resolvi levar Sehun para meu quarto, além de ser perto da festa eu não tinha colega de quarto, não tenho com quem me preocupar. Muitos acham que eu passo a imagem de v***a por dormir com alguns carinhas, mas fazer o quê? Eu só me considero uma pessoa que aproveita a vida. Tentamos chegar rápido ao meu quarto, mas a cada dois passos que dávamos Sehun me agarrava novamente, eu até entendo, o beijo era realmente muito bom, mas precisávamos chegar ao quarto para que ficasse ainda melhor. Assim que chegamos ao corredor vazio por conta do horário – e da festa – Sehun me jogou na primeira parede, suas mãos adentraram meu jeans e cueca apertando minhas nádegas, me fazendo gemer, não só pelo aperto gostoso, mas pela fricção que nossos membros acabavam fazendo pela proximidade dos corpos. Ele tomou meus lábios novamente, com ainda mais fervor, sua língua parecia querer travar uma guerra dentro da minha boca, percorrendo cada pedaço da minha cavidade como se fosse morrer amanhã. — Acho que, ahn... você precisa me deixar chegar ao quarto e ah... e-eu prometo que lá vai ser bem – não pude terminar a frase seus lábios estavam sobre os meus novamente. Nossos corpos rolavam pelas paredes, suas mãos saíram de dentro de minhas calças e foram para minhas coxas me impulsionando para que entrelaçasse minhas pernas em sua cintura. Sehun foi nos levando, a passos meio trôpegos, para meu quarto de acordo com que lhe dizia. A essa altura a possibilidade de alguém nos pegar naquele corredor já nem passava mais em nossas cabeças, a única coisa que nos movia no momento era o desejo. Assim que entramos no quarto desgrudamos as bocas apenas para retirar as blusas, quando voltamos a nos beijar de novo Sehun me jogou sobre a cama, ele sorria de uma forma extremamente sexy, seus lábios estavam no meu pescoço me fazendo gemer enquanto suas mãos apertavam cada pedacinho do meu corpo. — Você é realmente muito gostoso, eu quero muito te f***r com força, de um jeitinho bem gostoso. – sua voz saía como um sussurro em meu ouvido. — T-taah... esperando o q-que? – minha voz saiu falha por conta do prazer. Sehun começou a distribuir beijos pelo meu peito nu, parou nos meus m*****s e chupava o direito acariciando o outro com os dedos. Começou a descer novamente espalhando leves mordidas abaixo do meu umbigo, fazendo meu baixo ventre formigar. Ele foi descendo minha calça vagarosamente, me torturando cada vez mais, minha boxer já estava úmida por conta do pré-g**o. Ondulava meu quadril à procura de um contato que não vinha. — Acho que tem alguém com pressa. – dizia rindo enquanto distribuía chupões pelas minhas coxas, deixando marcas que com certeza ficarão roxas amanhã. — Eu não to com pressa! E-eu só... ah... Quero você se enterrando em mim de uma vez. Sehun puxou minha boxer com força, ele estava masturbando meu m****o quando deu três dedos para que eu chupasse. Eu chupava seus dedos sem deixar de olhar em seus olhos, deixando a situação ainda mais excitante. Assim que seus dedos estavam bem úmidos ele os tirou e com o indicador começou a circular minha entrada, sem dizer nada adentrou um dedo, antes que eu pudesse reclamar do desconforto sua boca engoliu meu m****o me fazendo gemer mais alto. Enquanto minhas costas arqueavam em busca de mais contato seus dedos foram me invadindo ainda mais, ele colocou o segundo, esperando um tempo o terceiro. Estava a ponto de gozar só com as preliminares. Sehun sabia me deixar louco de uma forma que nem mesmo eu conhecia, é como se meu corpo fosse feito para pertencer ao seu. — Chega Sehun, e-eu to pronto. Me fode logo! Sem mais, ele retirou seus dedos de mim, me deixando com uma sensação de vazio, se levantou da cama para terminar de tirar sua roupa. Quando o vi totalmente nu meus olhos não deixavam de olhar para somente um lugar, com certeza não eram seus olhos bonitos. — Gostou do que viu? — Muito! – falei mordendo meu lábio inferior. Era realmente grande, minha boca salivava para sentir seu gosto. Comecei a engatinhar até chegar à ponta da cama, meu rosto ficando rente ao seu pênis rijo. Comecei a mover minha mão em um lento vai e vem, vendo-o ficar cada vez mais duro, suas veias pulsavam contra minha mão. Comecei a passar a língua em sua glande, dando leves chupadas em seguida, suas mãos vieram para meus cabelos implorando implicitamente que fosse mais rápido. Engoli seu m****o por inteiro, me engasgando levemente quando esse tocou minha garganta. Ao sentir seu corpo se contrair e seus gemidos ficarem mais altos soltei seu pênis ouvindo um estalo baixo. Voltei a engatinhar na cama, mas dessa vez me afastando dele e ficando de costas. Estava na famosa posição de quatro, meu quadril totalmente inclinado em sua direção, dando leves reboladas para deixá-lo ainda mais louco. — Vem Sehun-ah! Sehun puxou minha cintura circulando minha entrada com seu m****o e me penetrou em uma única vez. — Filho da pu –ah... é tão graah-nde... hmmm! Ele nem deixou que me acostumasse com seu volume suas estocadas eram violentas, nem posso dizer que não estava gostando, porque estava gostando muito. — Quem mandou me provocar. Merece ficar com o cu assado pra aprender. — disse estocando com força, me fazendo segurar na cabeceira da cama. Nossos gemidos eram altos, poderiam ser ouvidos a quilômetros de distância – mentira, mas do outro quarto sim –, e os meus só aumentaram no momento que Sehun tocou um ponto dentro de mim que fez minhas pernas amolecerem e cair de bruços. — Sehun, mete mais forte aí... ah... isso ah Não demorou que me desfizesse sem nem mesmo me tocar, mais algumas estocadas e pude sentir seu líquido me preenchendo. Nossos corpos caíram exaustos na cama, respirações completamente descompensadas. — Isso foi... — A melhor f**a da minha vida – completou. — ÉÉ... — Nem me dei conta de uma coisa, e se seu colega de quarto tivesse chegado? — Não tenho colega de quarto. — Hum, então eu posso dormir aqui com você. – disse me puxando pra mais um beijo. — Pode, mas depois de um banho, e é banho. Acho que vai ser r**m de sentar com o cu assado assim. – disse sentindo um ponto específico arder. — Bom, acho que teremos outras oportunidades de repetir isso, não? — Com certeza. – respondi voltando a beijá-lo.
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