Capítulo 236

1260 Palavras

Natalia narrando A salinha carregava o peso de tudo o que tinha acontecido ali dentro gritos, confissões, traições pagas com dor. Eu estava parada na porta, os meus olhos firmes, o meus rosto ainda marcado, mas agora com outra expressão. Determinação. Eu respiro fundo e dou um passo à frente. — GB, Tigre, Vespa… meu tio… vocês descarregaram a raiva de vocês nesses filhos da p**a. Fizeram o que tinha que ser feito. Meu olhar atravessou o espaço, encontrando MV, amarrado, mas ainda com aquele olhar de soberba tentando esconder o medo. — Agora é minha vez — digo, a minha voz cortante. MV engoliu seco, e por um segundo, tentou rir, mas ninguém riu junto. GB cruzo os braços, caminho devagar até o meu lado de Natalia, e com um leve sorriso no canto da boca, disse: — Já ouvi falar do que

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