Capítulo 248

1223 Palavras

Vespa narrando Três anos se passaram desde os dias mais sombrios. Três anos desde que o fogo cessou, desde que o morro respiro alívio e eu assumir o CV, hoje sou dos nomes mais temidos no rio época. Naquela tarde, eu subia a viela com o sorriso de canto já estampado no rosto. Vestia uma calça, camisa branca alinhada, corrente no pescoço e o boné. Os moradores acenavam com respeito e carinho não mais por medo, mas por gratidão. A música já ecoava no alto da favela. A quadra estava lotada. Crianças correndo com bexigas nas mãos, mulheres rindo, homens batendo papo e tomando cerveja gelada. A decoração era colorida, cheia de balões e faixas com os nomes: — "Parabéns Luna, Lucas e Luiz Felipe!" Quando eu cruzo os portões da quadra, paro por um segundo. Os meus olhos passearam pelo ambie

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