Capítulo 156

1280 Palavras

GB narrando Eu nunca precisei de um pai. Pelo menos, era nisso que eu acreditava. Fui criado sozinho por Dona Luíza, uma mulher dura, calejada pela vida, que nunca abaixo a cabeça pra ninguém. Ela trabalho até os ossos para garantir que eu tivesse o mínimo, e eu cresce vendo aquilo, aprendendo a se virar, a sobreviver sem depender de ninguém. Mas no dia em que fiz dezoito anos, minha mãe decidiu que era hora de contar a verdade. Quem era meu pai. — Seu pai… — Ela começo, hesitando por um instante. — Ele é o dono do comando da milícia. – Disse. A notícia caiu como um soco no meu estômago. Eu já sabia que não tinha um pai presente, mas nunca imaginei que fosse ele. O homem que controlava tudo das sombras, que fazia a cidade inteira tremer ao ouvir seu nome. — Ele nunca quis saber de mim

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